terça-feira, 8 de setembro de 2020

CURIOSIDADES - SERVIÇO DE BORDO - BRINDE PRAIA

 Seguindo a tendência das praias do Rio segue mais um brinde da Varig , fez sucesso , mas não entrava em aviões, somente clientes  da Varig que frequentavam os escritórios da Cia.




segunda-feira, 7 de setembro de 2020

HISTÓRIAS DA VARIG - POR ONDE ANDEI NESSES ANOS TODOS

 Tive a sorte de ter nascido em uma família de aventureiros, meu pai adorava viajar, e minha mãe sempre ia ao embalo, e acabou tomando gosto. Minha família, todo o ano viajava, mas de carro, pois os recursos eram escassos para uma viagem de avião, ainda mais quatro pessoas. Por essa razão e também por gostar de dirigir, que meu pai, sempre dizia que se quer conhecer algum local, o certo era ir de carro, pois você chegava a locais que o avião não ia, e ele tinha certa razão, fomos à trans amazônica de carro, enfim rodamos o Brasil todo e alguns países da América do Sul. Mas devido a termos uma parenta na aviação, como comissária, meu pai e eu sempre sonhamos com aviões e as viagens fascinantes, tanto que aos domingos, era comum ele levar a família para um café com sorvete no terraço de congonhas em São Paulo, para apreciar as aeronaves, e lembro-me bem que adorava imaginar para onde essas pessoas iriam e de onde chegavam, imaginava pelas roupas que estavam vestindo. Até que um dia chegou minha vez, consegui entrar para a aviação e comecei a descobrir o mundo, conhecer países que nunca imaginaria pisar um dia, cidades e locais distantes, novas culturas e línguas, simplesmente um mundo novo se abriu para mim. E hoje a escola de vida que tive, garanto que poucos tiveram, segue o mapa-mundi com as cidades e países que pisei ao longo de minha carreira, para vocês terem uma ideia de como rodei, ou melhor, voei.

VOAR UM GRANDE LANCE. HISTÓRIAS DA AVIAÇÃO.




domingo, 6 de setembro de 2020

CURIOSIDADES - SERVIÇO DE BORDO - TROFÉU DADO A PELE EM 1971

 Este troféu, foi uma homenagem que a Varig  fez a Pelé pela conquista to Tri campenato Mundial no México, troféu esse, de reconhecimento da varig pelos feitos deste grande jogador.



sexta-feira, 4 de setembro de 2020

CURIOSIDADES - SERVIÇO DE BORDO - COMPARAÇÃO DE CARROS DO SERVIÇO DE BORDO

 Um comparativo dos carros de serviço de bordo da primeira classe, nos anos 70 no B.707, e outros aviões mais antigos, mostra-nos como foi a evolução, tanto dos carros usados, quanto do serviço de bordo ao longo dos anos, a necessidade de diminuição de peso nas aeronaves por conta da economia de combustível, fez rever todos os conceitos dos serviços da primeira classe dos voos internacionais. Notava-se que os carros antigos eram muito pesados, para acomodar as bandejas de prata ou inox, grandes com apresentações fantásticas e bem elaboradas, onde dependendo do voo, até chefes de cozinha entravam nos aviões, para servir corretamente os pratos, havia carrinhos de até 3 andares, alguns com presunto inteiro e queijos,sendo cortados na hora e na frente do passageiro, um verdadeiro requinte. Nos anos 80 em diante,com essa nova tendência de economia , a sofisticação deu lugar a praticidade, mas a Varig nunca perdeu o seu “glamour”, os carros do serviço de bordo, continuavam sendo bem elaborados, mas menores mais leves e simples de usar, os itens servidos, também foram reduzidos, buscando uma maior praticidade, porém mantendo a sofisticação de seu serviço a bordo dos aviões como o carro de caviar, e os carros de presunto, de salada, sopa e outros foram cortados do cardápio.














CURIOSIDADES - SERVIÇO DE BORDO - TÁBUA DE QUEIJOS

 Como não podia deixar de ser, na época a Varig sempre participava dos eventos em todas as cidades que ela atendia. Este festival de queijos e vinhos não poderia ser diferente. Não sei qual cidade foi realizado este evento, mas essas tábuas foram brindes da varig a quem compareceu a festa.


 

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

HISTORIAS DA VARIG - MEU PRIMEIRO VOO - ELECTRA-PONTE AÉREA

 

MEU PRIMEIRO VOO  

 

Como tudo comigo não é fácil, peguei logo um instrutor “linha dura”, e bota linha dura nisso, logo no D.O.(Despacho Operacional- onde os tripulantes assinam e se apresentam para o voo), informou aos tripulantes do voo que era meu primeiro voo no equipamento . Uma vez dentro do Electra,  achei tudo novo e diferente, a galley os acessórios e troleys, no entanto, meu instrutor nem me deu muito tempo pra divagar , já foi logo mandando-me fazer um monte de coisas, fiquei até  tonto,  com tamanha  quantidade de coisas a checar e fazer , em um curto espaço de tempo, antes do embarque dos passageiros. “Cheque a quantidade de serviço”, “veja se tem comida quente”, “confira o carrinho de bebidas”, “veja se tem tudo, o gelo, as bebidas geladas”, e por fim “cheque as térmicas de café” (naquela época servíamos o café em duas  térmicas grandes de metal, com uma tomada atrás, onde se fixava na galley em locais pré determinados: um amargo e um doce), “esquente o café com o ebulidor (um aquecedor elétrico que esquentava os líquidos por sua resistência muito forte) na bancada da galley”, enfim, uma quantidade enorme de afazeres , com os passageiros se aproximando, e o cara durão atrás de mim só me observando, eu apavorado, lógico que acabaria fazendo alguma coisa errada no voo. E não foi tão pequena, fiz o serviço meio que na correria, o voo estava lotado e a comissária que estava comigo ficava na dela, pois meu instrutor tinha fama de durão, de forma que ela não se metia comigo e muito menos com ele. Corria tudo bem até ajudar a servir o cafezinho na bandeja: eu todo faceiro, disse que o café estava bem quente,  e entreguei para a comissária servir aos passageiros. Rapidamente todos devolveram o café com cara feia, pudera, eu tinha feito uma grande besteira, na pressa somente esquentei o café amargo colocando-o nas xícaras sem provar. Um vexame, e pra piorar, aproveitando os 40 minutos com o avião parado em solo, no aeroporto Santos Dumont, fui logo pegando uma bandeja de almoço e, sossegadamente, sentei-me pra almoçar, mas meu instrutor na mesma hora disse que “novinho” era o último a comer no avião. Ficou muito irritado, tive que esperar todos comerem para finalmente chegar a minha vez. 

Foram três voos terríveis com ele, um colega de turma o Leg, o famoso “Perna”, não aguentou e foi à chefia pedir para trocar de instrutor. Eu, no entanto, continuei com ele e, no final, estávamos nos dando  bem. Voei por quase um ano nesse avião, com boas histórias.


VOAR UM GRANDE LANCE . HISTÓRIAS DA AVIAÇÃO.













quarta-feira, 2 de setembro de 2020

HISTÓRIAS DA VARIG - O MODERNO E SOFISTICADO BOEING 777

  EQTO B-777 –DATA ANOS 2000 Lembro até hoje do dia que entrei neste avião, quanto conforto, avião grande, com tecnologia, muito sistema n...